Pegasus combina terapia assistida com cavalos e práticas integrativas. Recebeu título estadual e R$ 200 mil em emenda impositiva
Para muitas famílias de Foz do Iguaçu, a sessão de terapia do filho acontece em cima de um cavalo. A Associação Pegasus atende crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, TDAH e deficiência física usando terapia assistida com cavalos, junto com práticas integrativas. A entidade trabalha com profissionais de saúde, educação e assistência social ao mesmo tempo.
Em setembro de 2025, a Pegasus passou a ter título de utilidade pública estadual, pela Lei 22.627, de autoria do deputado estadual Alisson Wandscheer. É o documento que permite a uma entidade como essa receber recurso público do estado.
Depois disso vieram dois recursos. Um de R$ 200 mil e outro de R$ 50 mil indicados pelo parlamentar. E a entidade deve crescer.
A Prefeitura analisa um projeto que cede à Pegasus uma área de mais de 40 mil metros quadrados em frente ao campus da Unioeste, para a construção de um centro terapêutico com fazendinha, segundo a Rádio Cultura Foz. A cessão seria por até trinta anos. “É importante quando os prefeitos entendem a necessidade das famílias e investem na inclusão. O General Silva e Luna está fazendo isso”, afirma Alisson. “Tinha criança em Foz que não falava e começou a falar depois da equoterapia. Esse trabalho precisa de recurso para continuar para alcançar mais famílias”, ressalta o deputado.

